Entre os regimes tributários praticados no Brasil, lucro presumido e lucro real estão entre os mais utilizados. Em parte, isso se deve ao fato de que muitas empresas não se encaixam no Simples Nacional, mas, também, pode se tratar de uma escolha estratégica.

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Porém, é importante saber que ambos possuem desvantagens que devem ser ponderadas antes de decidir por um ou por outro. Pensando nisso, veja as 4 principais desvantagens de ambas as opções e descubra como escolher corretamente!

1. A tributação mais cara é um dos pontos principais

Em comparação ao enquadramento do Simples Nacional, o lucro presumido e lucro real são mais caros, praticamente em qualquer situação. As alíquotas tendem a ser mais elevadas e isso faz com que o pagamento de tributos seja mais oneroso.

No caso do lucro presumido, isso é ainda mais intenso quando a lucratividade diminui ao longo dos meses. Sem um novo cálculo para a base, o empreendimento paga um valor que, na realidade, não é compatível com o nível de lucratividade.

No lucro real, as alíquotas de PIS e COFINS são especialmente mais elevadas e o próprio pagamento de IRPJ e CSLL é feito em relação a tudo que foi faturado, em vez de somente em relação à porcentagem de lucro.

2. A dificuldade de contabilidade é uma das desvantagens do lucro presumido e lucro real

Especialmente no segundo caso, a contabilidade torna-se bem mais complexa. Sendo necessário apurar todos os recebimentos da empresa, as obrigações acessórias também ficam mais complexas.

Mesmo o lucro presumido traz mais dificuldades do que o Simples, por exemplo, já que esse é mais descomplicado porque reúne oito impostos em uma só guia.

Essa desvantagem, entretanto, é contornada com a seleção de uma boa equipe de contabilidade, preferencialmente terceirizada. Assim, dá para ter eficiência e regularidade, livrando-se do risco de sonegação fiscal.

3. A falta de recuperação de créditos também se destaca

Apesar de o PIS e o COFINS terem alíquotas mais elevadas no lucro real, esse regime tributário permite a recuperação de créditos fiscais. Com isso, a empresa consegue pagar menos.

Quem estiver submetido a essa opção também pode compensar perdas, como quando o negócio não dá qualquer tipo de lucro.

No caso do lucro presumido, isso não é possível. Os créditos não são recuperados e, se houver prejuízo, a base de cálculo se mantém, elevando ainda mais os gastos.

4. A perda de competitividade pode ser uma consequência

Já que custam mais caro, lucro presumido e lucro real podem impactar negativamente a competitividade do negócio. Um gasto maior com impostos significa menos recursos disponíveis para investimentos e melhorias, o que leva à perda de atratividade em relação aos concorrentes.

Essa questão pode ser parcialmente resolvida com o auxílio de profissionais especializados nesse tema. Com uma avaliação completa, a equipe contábil será capaz de informar qual escolha vale mais a pena e traz mais benefícios para o empreendimento.

As desvantagens do lucro presumido e lucro real devem ser ponderadas e analisadas antes de tomar uma decisão. De preferência, busque o auxílio de uma equipe especializada para ter a orientação mais vantajosa para o empreendimento!

Via Solluta

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