Problemas fiscais mais comuns das empresas brasileiras

PPP

Errar na parte fiscal do negócio custa caro. Além de gerar multas e ressarcimentos de tributos, ainda pode prejudicar a imagem no mercado. Com isso, é fundamental evitar questões que possam trazer dores de cabeça. A melhor forma de fazer isso é conhecendo quais são os problemas fiscais mais comuns.

Ao se antecipar a essa questão, há menor comprometimento da regularidade. Mas afinal, quais são as falhas que surgem com mais frequência na área fiscal?

1. A escolha incorreta do regime de tributação

Escolher o regime de tributação correto é uma tarefa indispensável para o negócio evitar possíveis problemas fiscais. Ele não dita apenas o valor a ser pago, mas, também, a complexidade de declarações e de obrigações acessórias.

A escolha incorreta leva a empresa a sofrer com uma contabilidade difícil, cara e que não serve para seus propósitos.

A melhor maneira de resolver a questão é contando com uma equipe terceirizada de contabilidade altamente capacitada. Assim, ela poderá avaliar a melhor escolha para a sua organização.

2. A falta de regularidade é um dos grandes problemas fiscais

A escolha incorreta do regime é um dos fatores que levam à próxima questão: a falta de regularidade. Se as declarações forem difíceis ou muito complexas, há mais chances de a empresa fazer o envio incorreto.

Nesse cenário, também entram o desconhecimento sobre obrigações acessórias, a falta de atualização a respeito das mudanças e o preenchimento incorreto de documentos, como as notas fiscais.

Novamente, uma equipe preparada pode ser a melhor opção. Capacitada e atualizada, ela garante que a empresa cumpra com todas as suas obrigações, evitando o caso de sonegação de impostos.

3. A má gestão de documentos dificulta fiscalizações

Muitos documentos dessa área precisam ser guardados por vários anos. Eles servem como uma espécie de comprovante e garantem que a fiscalização ocorra sem maiores dificuldades.

Porém, um dos problemas fiscais mais comuns diz respeito à má gestão desses elementos. Isso surge pela falta de organização e metodologia, assim como desconhecimento de prazos. Quando a fiscalização bate à porta, o resultado pode ser a irregularidade passível de multas e sanções.

O ideal é que a empresa invista em digitalizar o máximo de itens possíveis, administrando todos corretamente e separando em grupos e subdivisões, como anos e meses.

4. A falta de auditorias impede que problemas sejam identificados e resolvidos

Por falar em fiscalização, ela não deve ser a única etapa em que tudo é conferido. Na verdade, deixar isso a cargo dos órgãos competentes só aumenta os riscos de a empresa ser autuada por alguma irregularidade.

Isso leva diretamente à falha quanto à falta de auditorias. Por mais que a organização ache que está fazendo tudo certo, é possível que um ou outro erro passe despercebido. Portanto, é melhor identificá-los com uma auditoria interna do que tomar ciência por meio de uma multa onerosa.

A forma de contornar essa questão consiste em contratar uma equipe especializada e terceirizada para fazer a avaliação contábil e fiscal. Assim, o empreendimento consegue corrigir as falhas e evita que incongruências sejam analisadas e punidas pelos respectivos órgãos.

Ao reconhecer esses que são os problemas fiscais mais comuns, fica mais fácil agir e manter a corporação totalmente regularizada

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Conteúdo original Solutta