Qual o teto máximo do INSS 2021 e como posso receber?

Todo trabalhador que está prestes a solicitar a sua aposentadoria tem a preocupação no que diz respeito à renda mensal inicial.  A renda mensal inicial, ou simplesmente RMI, refere-se ao valor que o segurado receberá, ao menos inicialmente, a título do benefício previdenciário concedido.

O grande desejo é se aposentar recebendo  o valor máximo  que pode ser pago pelo INSS. Este valor máximo, é chamado de teto.

Mas o que é o Teto Máximo do INSS?

Assim, o teto do INSS é o valor máximo que qualquer pessoa pode receber a título de benefício previdenciário. Esse teto sofre reajustes ano após ano, a fim de seguir a inflação.  

Atualmente, o Teto está em R$ 6.433,57, e esse valor é corrigido anualmente, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC, todo mês de janeiro.

Fonte: Google
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Como se aposentar recebendo o Teto Máximo?

Inicialmente, é importante ressaltar que, para conseguir se aposentar com o Teto Máximo do INSS é necessário que anualmente as contribuições sejam feitas com base no valor máximo permitido pelo INSS, ou seja, R$ 6.433,57.

Por isso, se a pessoa for trabalhador empregado, seu salário deverá ser igual ou superior ao teto do INSS. Já para os segurados individuais e facultativos, o valor do recolhimento deve ser feito sempre com base no teto do INSS.

Com a Reforma da Previdência, a forma de cálculo do benefício foi alterada e os cálculos de aposentadoria utilizam a média de todas as contribuições, desde 1994, o que dificultou o recebimento de aposentadoria no valor do teto do INSS.

E desta média, o segurado receberá de benefício 60% deste valor, acrescido de 2% a cada ano de contribuição, acima de 15 anos para as mulheres e 20 anos para os homens.

Dessa forma, para receber 100% da média de contribuições, é necessário que o segurado homem contribua por 40 anos e a segurada mulher por 35 anos, ao INSS.

Por fim, aqui cabe um adendo. Antes da reforma da previdência, o INSS descartava os 20% menores salários de contribuição na hora de calcular a média. Agora, com a reforma da previdência aprovada em novembro de 2019, todos os salários de contribuição –  desde julho de 1994 – entram no cálculo do benefício.


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ANA LUZIA RODRIGUES

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