Valor da prorrogação do auxílio emergencial pode subir para R$ 600?

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A nova prorrogação do auxílio emergencial, oficializada pelo Governo Federal no início deste mês, foi confirmada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes desde o mês passado.

Desde que a medida anunciada, grande parte da ala parlamentar comemorou a medida, considera por muitos como de extrema importância para a garantia dos direitos básicos da população mais afetada pela pandemia do novo coronavírus.

Contudo, quando surgiu a possibilidade de extensão do auxílio emergencial, parte da ala parlamentar se movimentou para que a nova prorrogação pudesse oferecer um valor maior do que o que vem sendo pago pelo governo que varia entre R$ 150 e R$ 375.

No entanto, conforme mencionado pelo Governo Federal, os valores devem seguir os mesmos e não há nenhum tipo de estudo ou previsão de que possa haver uma mudança frente ao que já está decidido.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Movimentação

Diante do posicionamento do governo frente a prorrogação do auxílio emergencial, centrais de esquerda e manifestantes estão organizando um protesto contra o governo para o próximo dia 24 deste mês, onde será solicitado o aumento do auxílio emergencial, sendo está a quarta manifestação em menos de dois meses referente ao tema.

Porém, o Governo pretende se manter firme quanto a uma possível pressão nas ruas. Além disso, independente das manifestações o auxílio emergencial deverá manter os valores, não sendo possível aprovar um novo aumento frente ao teto de gastos que não permite tal ato.

Parlamentares pedem um aumento

Existem ainda algumas movimentações de parlamentares que também pedem que o auxílio emergencial volte para R$ 600, como é o caso do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE) que é autor do Projeto de Lei 255/20 que prevê o pagamento do auxílio emergencial no valor de R$ 600 enquanto durar a pandemia da Covid-19.

Conforme declaração do deputado “necessário que os valores possam ser reajustados para o que era no ano passado, afim de garantir o sustento dos mais vulneráveis.”