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Analista Tributário x Analista Fiscal: entenda a diferença entre os cargos e veja como montar um plano de carreira de sucesso

Analista Tributário x Analista Fiscal: entenda a diferença entre os cargos e veja como montar um plano de carreira de sucesso

18/10/2017 às 17h23 Atualizada em 18/10/2017 às 19h23
Por: Ricardo de Freitas
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Foto: Reprodução
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Gestão tributária: entendendo o que faz o Analista Tributário

Você sabia que o Brasil possui a maior carga tributária da América Latina? Engana-se quem pensa que apenas as micro e pequenas empresas sofrem com esse fator. As médias e grandes organizações perdem significativo poder de competitividade no mercado externo, já que os tributos refletem na formação do preço de venda. A atual situação tributária brasileira além de alta, é de extrema complexidade, sendo considerada parte do chamado “Custo Brasil”, que nada mais é que o conjunto de dificuldades que encarecem, ou até mesmo inviabilizam, o investimento no Brasil. Além da complicação “natural” desse sistema, ainda há uma enorme quantidade de atualizações, alterações e criação de novas normas que afetam diretamente empresas e cidadãos. A área tributária não é responsável apenas pela apuração e administração dos tributos, exigidos pelos entes federativos e a União. Ela também deve garantir a continuidade do negócio, ficando responsável pelo acompanhamento das atualizações que afetam as atividades desenvolvidas pela empresa, como novas legislações, ou alteração em taxas, além de atender as diversas obrigações acessórias impostas pela União, Estados e Municípios. Isso explica a importância do Analista Tributário dentro das organizações, que além de responsabilizar-se pela administração dos impostos, taxas e contribuições, passa a ser uma peça chave para criação de um Planejamento Tributário visando a redução de custos de forma lícita. Outras atividades desse profissional são:
  1. Escrituração fiscal das atividades da empresa;
  2. Apuração dos tributos e preenchimento das guias de pagamento;
  3. Controle dos prazos de pagamento;
  4. Elaboração e entrega de obrigações acessórias;
  5. Assessoria na apuração e registro do lucro tributável;
  6. Assessoria no registro contábil das provisões tributárias;
  7. Estudo das diversas alternativas para redução da carga fiscal.

Gestão Fiscal: entendendo o que faz o Analista Fiscal

Se o Analista Tributário tem a função de administrar os tributos e achar maneiras legais para redução da carga tributária, o Analista Fiscal tem uma função que antecede isso. É na área de Recebimento Fiscal que tudo começa. Em muitas empresas essa área abrange o recebimento físico e fiscal da mercadoria, desde a entrada do caminhão na portaria até a escrituração da nota fiscal no sistema. Podemos dizer que, se o profissional que faz o recebimento das mercadorias e a conferência das notas fiscais não realizar o seu trabalho, a produção da empresa simplesmente para, já que sem mercadorias ou matéria-prima não há como produzir e vender. Sabemos que não basta receber a mercadoria e conferir a nota fiscal, é preciso escriturar tudo no sistema e assim alimentar toda a movimentação de estoque, custo do produto, livros de apuração e escrituração, relatórios financeiros para pagamento, e diversas outras atividades. Algumas funções desse profissional são:
  1. Acompanhamento da legislação tributária;
  2. Análise dos dados cadastrais dos Fornecedores junto ao Fisco;
  3. Apuração do ICMSICMS-STIPIISS;
  4. Auxílio na determinação de classificação Fiscal de novos produtos comercializados;
  5. Escrituração fiscal;
  6. Entrega de obrigações como Sped Fiscal e Dime;
  7. Conferência de documentação fiscal, lançamentos fiscais de entradas e saídas, emissão de notas fiscais de devolução, remessa para conserto e industrialização.

Mas, qual a diferença entre a Área Fiscal e a Área Tributária?

Provavelmente você ainda está confuso sobre a diferença dos dois cargos, porque as atividades são semelhantes. Em empresas menores, o profissional acaba exercendo as duas funções, com um cargo chamado Analista Fiscal Tributário. No entanto, quando a organização cresce, a estrutura organizacional muda e as áreas começam a ficar mais especializadas, surge então, a separação do setor tributário com o setor fiscal. Enquanto o setor fiscal lida diretamente com atividades mais operacionais do cumprimento das obrigações do fisco, o setor tributário assume atividades mais estratégicas, elaborando formas para obtenção de benefícios fiscais, redução de custos e compensação de créditos de impostos. Analista tributário Analista Fiscal

Hora de pensar no Plano de Carreira!

Bons profissionais se preocupam com a gestão da empresa, se o setor está atingindo as metas especificadas, se a saúde financeira está boa, se o mercado está favorável. Mas, como anda a gestão da sua carreiraprofissional? Sua preocupação com a vida pessoal é equivalente? Acredito que sua resposta seja não, então aproveite esse momento para refletir sobre esses pontos e anote para executá-los. Assim como uma empresa, para uma carreira ser gerenciada com sucesso é preciso primeiro que se tenham definidos os objetivos e metas. Esse é o primeiro passo a ser dado, afinal, sabendo onde está a linha de chegada fica mais fácil planejar as ações para que o objetivo seja cumprido. A definição dos objetivos e planejamento das ações necessárias para alcançá-lo ficam registradas no Plano de Carreira. Observe que ao fazer o Gerenciamento de Carreira, o profissional assume a responsabilidade pelo seu futuro profissional, ou seja, assume para si o crescimento, o que faz total diferença em um mercado de trabalho competitivo. Então, se antigamente a Gestão de Carreira era uma preocupação do departamento de Gestão de Pessoas apenas, hoje em dia ela faz parte da vida dos profissionais que querem se antecipar às necessidades do mercado. Agora é a hora de anotar tudo, pegue um papel e uma caneta pois separamos algumas dicas para você: #01 – Defina os objetivos: o Gerenciamento de Carreiras  é 100% fundamentado em metas de curto, médio e longo prazo. Para resolver essa questão, respondas as perguntas: Assim você terá as metas e fica mais fácil traçar o caminho para alcançá-las. Importante lembrar que as metas devem ser realistas, desafiadoras como também devem ser Específicas, Mensuráveis, Atingíveis, Realistas e Temporizáveis. Você pode conferir mais informações nesse artigo sobre metas SMART. #02 – Invista em autoconhecimento: você sabia que a análise SWOTpode ser aplicada à pessoas? Por meio dessa análise fica mais fácil saber quais fraquezas devem ser trabalhadas e quais forças podem ser aprimoradas a fim de atingir os objetivos definidos previamente. #03 – Informe-se sobre o mercado e atualize-se: é indispensável dizer que independente do seu cargo, você precisa estudar sempre! Atualmente, com uma variedade de cursos online e gratuitos, não se atualizar por falta de tempo ou questão financeira não são mais desculpas. E se você está pensando em fazer uma especialização, separamos uma lista das principais Instituições de Ensino de Gestão Empresarial no Brasil. Blog Arquivei
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