Como conseguir se recolocar diante de tanta competição e poucas vagas? Como sair na frente, se preparar, se adaptar num mercado tão competitivo como o de hoje em dia? Como ser um profissional do futuro, construir seu currículo e fazer a gestão da sua carreira com sucesso?

O mercado mudou, os processos seletivos evoluíram, se adaptaram. Hoje em dia, o currículo não é mais panfletado como antigamente e sim personalizado para a vaga que deseja aplicar.

As empresas já sabem que as soft skills (habilidades comportamentais) são mais importantes do que as hard skills (habilidades técnicas).

Veja abaixo dicas de Gabriela Couto, especialista em gestão de pessoas, sobre como se recolocar no mercado de trabalho:

1. Crie uma rotina de trabalho

Buscar trabalho é por si só um trabalho! Enquanto estiver desempregado, crie uma rotina. Separe três a quatro horas por dia para fomentar e se conectar com pessoas no Linkedin.

Reserve mais uma ou duas horas para envio de CVs nas empresas e plataformas digitais. Nas demais horas, tente agendar um café com pessoas influentes, headhunters e, seguindo esse caminho, conseguirá expandir seu contato com o mercado de trabalho e, consequentemente, aumentar as chances de recolocação.

2. Ter um Linkedin estratégico é vital

Linkedin é hoje a maior rede social de negócios. Ele é porta de entrada da sua vida profissional, pode revolucionar a carreira, te posicionar bem para recrutadores, clientes, gestores, investidores e parceiros.

Mantenha sempre atualizado e conectado com pessoas importantes e que auxiliarão na recolocação.

Exercite a sua linguagem digital, produza conteúdo! Escreva artigos sobre o seu trabalho, compartilhe publicações interessantes e de qualidade.

Isso demonstra interatividade e comunicação. Tenha constância e repetição, seja estratégico, invista tempo, movimente seu perfil. Quanto mais publicações relevantes você tiver, melhor.

3. Prepare-se para falar de si mesmo 

As perguntas comportamentais são importantíssimas e a maioria das pessoas não se preparam para respondê-las.

As empresas hoje em dia procuram profissionais com perfil comportamental colaborativo, comunicativo, flexível a mudanças, adaptável, tolerante, inovativo, atualizado com a linguagem digital e com mindset progressivo, que buscam desafios, enfrentam obstáculos e tem esforço contínuo para se desenvolver mais.

Será um diferencial se souber falar com propriedade das suas experiências, contar os seus resultados e ter conhecimento de mercado na hora da entrevista.

Domine o storytelling e explique quais são suas softs skills (habilidades comportamentais).

Está com dificuldades? Faça um exercício, escreva um resumo como se fosse uma redação, com título “quem sou eu” em 10 linhas que conte um pouco de quem você é, das suas qualidades, sua trajetória profissional, de forma atrativa. Ressalte suas principais conquistas.

No que você é muito bom? Descreva essas características. Outro exercício é dar um papel para 5 pessoas próximas e peça que descrevam 3 qualidades e 3 defeitos.

Só não vale ficar chateado. Certamente, se você não conhece quais são seus defeitos, depois desse exercício saberá.

4. Faça conexões

É muito importante que você saiba linkar características desejadas às que você possui e traduzir exemplos em resultados, traduzir cenários em informações, conectar sua vida às necessidades da vaga.

A recrutadora irá interpretar o seu texto, sua capacidade de se vender, sua capacidade lógica e de estruturar um discurso.

Demonstre seu perfil articulador, colaborativo, analítico com visão de mercado, flexível, inovador, que faz autogestão e tem fluência digital. Se você estiver preparado, certamente suas chances serão muito maiores!

5. Ative seu networking

Retome contatos via LinkedIn, Facebook, Instagram, Twitter, WhatsApp, entre outros. Mantenha sempre um relacionamento ativo com headhunters e com o mercado de uma maneira geral mesmo quando estiver empregado. Marque café, almoço e reuniões ainda que não queria se recolocar.

Um bom relacionamento é tudo! Peça indicação, ajuda, pergunte aos seus amigos se na empresa que trabalham estão precisando de alguém com o seu cargo. Peça o contato direto de alguém do RH.

Caso a pessoa tenha, envie seu currículo para os amigos, sempre escrevendo um texto breve antes de qual é o seu objetivo profissional e seu perfil.

Empenhe-se diariamente nessa busca. Pesquise as empresas que você gostaria de trabalhar, entre no site e envie o seu currículo, pesquise no LinkedIn quem trabalha nessas empresas e se você tem alguma conexão em comum. Se tiver ligue, mande mensagem, peça ajuda!

DICA EXTRA: Dizer que inglês na carreira profissional é indispensável já não é novidade,

outras formas são abrir seu próprio negócio, prestar consultoria, trabalhar

como freelancer, entre outras, ou seja, o inglês na carreira profissional abre

portas.

Para aprender inglês e saber como agir no ambiente empresarial o inglês essencial pode ajudar.

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Por Gabriela Couto: Especialista em gestão de pessoas, com mais de 10 anos de experiência na área, tendo atuado como diretora de RH de empresa de grande porte formando líderes e desenvolvendo pessoas.