Grande busca por eletrônicos impulsionou o aumento dos preços

0

O preço de diversos produtos chamou a atenção dos brasileiros nos últimos meses, não apenas do arroz.

Os eletrônicos também sofreram com uma variação de valores.

Como muita gente teve que adaptar a casa para fazer home office, a busca por notebook aumentou.

Da mesma forma que cresceu a procura por videogame e outros aparelhos voltados para o lazer.

Nesse cenário, segundo uma pesquisa do Zoom, um notebook de 4 GB de RAM subiu 32%.

Alta procura e dólar explicam o aumento

Parte desse aumento é explicado pelo aumento da procura.

Outro levantamento, realizado pela Consultoria GfK, apontou que os consumidores brasileiros compraram na internet mais diferentes tipos de eletrônicos desde o começo da pandemia.

A busca por cafeteiras cresceu 86%, já a por tablets aumentou 111,6%. Por outro lado, as pessoas deixaram de trocar de celular, já que o aparelho teve uma diminuição de 41% no comércio eletrônico.

Além do comportamento diferente nesse período — que priorizou o conforto para trabalhar e o entretenimento — a desvalorização do real também bateu recorde. Em agosto, a moeda americana passou a valer mais de R$ 5,50.

Como grande parte dos eletrônicos são importados, esse desequilíbrio entre os valores afeta diretamente os produtos.

Para se ter uma ideia, o novo iPhone 11 que custa a partir de US$999, no
Brasil, sai por mais de R$ 6 mil.

Momento exige cautela para as compras

Para quem está pensando em comprar um eletrônico agora, é importante ter cautela. Por ser um produto de custo mais elevado, vale a pena considerar algumas questões para não comprometer o orçamento.

Como já tratado anteriormente, é necessário controlar as finanças — ainda mais agora em que a economia do país passa por uma crise.

Confira algumas formas de evitar gastos nesse período com a compra de eletrônicos!

Pense se realmente precisa do produto

Comprar por comprar, além de gerar um custo desnecessário, também não traz benefícios.

Então, se você está pensando em trocar um eletrônico, reflita sobre os motivos para isso.
Um celular, por exemplo, pode não estar desatualizado só porque não foi lançado este ano. Porém, caso ele esteja travando, pode não compensar o conserto ou precise de uma memória RAM maior.

Prefira comprar à vista

Tem o dinheiro agora? Prefira pagar à vista do que parcelado. Uma parcela futura, mesmo que de valor baixo, pode comprometer o orçamento. Por isso, é sempre aconselhável fazer o pagamento em uma vez, até porque, em algumas situações essa atitude gera descontos.

Observe as promoções

Embora os aumentos tenha ocorrido no comércio em geral, não significa que não exista promoções interessantes.

Antes de comprar o primeiro produto, é importante pesquisar se ele está com o valor
baixo ou, pelo menos, dentro da média.

Atualmente, é possível acessar pela internet os preços de grandes redes, como Lojas Cem, Casas Bahia,

Magazine Luiza e muitas outras. Porém, dependendo da localidade, os valores podem ser diferentes das lojas físicas.

A pandemia não gerou mudanças apenas nos preços dos alimentos. Produtos como tablets e até cafeteiras aumentaram de valor, pois os consumidores passaram a procurar mais por esses itens. Afinal, quem teve oportunidade tentou tornar o isolamento menos desconfortável.

Além disso, a variação cambial entre real e dólar também pensou para encarecer os eletrônicos.

Fontes:

https://www.techtudo.com.br/noticias/2020/06/fone-de-ouvido-notebook-e-consoles-ficam-mais-caros-na-quarentena.ghtml

https://valorinveste.globo.com/objetivo/gastar-bem/noticia/2020/04/17/em-casa-brasileiro-compra-mais-eletrodomesticos.ghtml

https://www.kimbino.com.br/lojas-cem/