Pagamento via celular é caminho sem volta no Brasil e no mundo

Assim como houve o surgimento e crescimento das compras pela internet, agora os brasileiros estão aderindo às compras por aplicativos em dispositivos móveis. Segundo relatório do Centro de Inovação da Visa (CI), entre os países da América Latina e Caribe, o Brasil lidera em inovação tecnológica para pagamentos via apps.

Em um futuro próximo, o cenário promete ser ainda mais promissor, pois até o fim de 2020, o número de usuários de smartphones será 30% maior. Isso significa um aumento de 7,2% nas transações por celular, que não envolvam dinheiro, aponta o estudo.

O brasileiro já é o quarto maior consumidor de aplicativos do mundo: usa cerca de 10 deles por dia – e grande parte para fazer compras. Pesquisa do Instituto Qualibest, realizada no país em 2018, aponta que 81% dos internautas já encomendaram ou contrataram algum tipo de serviço ou produto por meio de aplicativos ou sites utilizando um smartphone.

Um destes serviços é o Chama, aplicativo de entrega de botijões de gás com operação em São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Belo Horizonte. O app oferece um comparativo de preços dos fornecedores do produto e informações como tempo de entrega de cada um. Recentemente, a empresa passou a oferecer a possibilidade de pagamento diretamente via aplicativo com cartão de crédito, processo que antes era feito no momento da entrega.

Para Otávio Tranchesi, Diretor de Marketing do Chama, o consumidor brasileiro já confia nesse tipo de transação e isso se reflete na adoção pelos usuários. “O mercado deve ficar atento às inovações, já que as perspectivas por aqui são otimistas”, explica o executivo. Até 2023, o setor de pagamentos móveis deve passar de US$ 1,08 trilhão a US$ 4,5 trilhões, segundo a Allied Market Research.

A praticidade e segurança em relação ao pagamento via aplicativo é o que mais tem atraído os consumidores para este tipo de tecnologia, aponta Tranchesi. “É uma forma de se evitar problemas devido à falta de dinheiro ou troco, além de panes na maquininha. E, claro, os dados do cartão precisam da segurança de serem processados por uma plataforma de confiança, para prevenir fraude, entre outros riscos”, explica.

No Chama, para que a funcionalidade de pagamento in-app fosse implementada com sucesso, foi realizada uma adoção gradual do serviço: “Primeiro testamos com um grupo reduzido de pessoas, revendedores e usuários, para depois ampliar, um processo todo pensado que tem dado muito certo”, enfatiza Tranchesi.

Pagamentos sem barreiras como diferencial de compra

No caso de apps como Chama, Uber ou iFood, as transações de pagamento são processadas pela Adyen, plataforma ponta a ponta que utiliza inteligência de dados e machine learning para tokenizar dados de cartão com segurança e permitir pagamentos em um único clique, eliminando etapas desnecessárias na experiência de compra.

“Por anos, pagamentos foram um elemento complicado tanto para consumidores quanto para comerciantes. Se hoje temos a praticidade de comprar online por apps onde e quando quisermos, o processo de pagamentos deve proporcionar também essa praticidade” comenta Tulio Gambogi, head de de Adquirência e Produtos da Adyen para a América Latina. “Precisamos possibilitar que o consumidor pegue com o método que preferir, com toda a segurança e estabilidade de plataforma”.

Sobre o Chama

Disponível no Google Play e na App Store, o Chama é um marketplace que conecta revendedores de botijões de gás a clientes. Lançada em dezembro de 2016, a empresa reúne em um único ambiente mais de 2.000 revendedores regulamentados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Em apenas alguns cliques o usuário pode solicitar o serviço oferecido pela empresa e escolher o fornecedor que mais lhe agradar – selecionando informações como: valor cobrado, tempo de entrega e marca do produto.